O aumento da oferta de crédito imobiliário pelos bancos, o maior prazo para pagar e a queda na taxa de juros fazem com que o financiamento imobiliário seja uma opção mais interessante do que o aluguel, tornando mais próximo o sonho de adquirir a casa própria para muitos brasileiros. A Caixa Econômica Federal oferece várias opções de financiamento habitacional.
Entre as linhas de crédito para classe média, vale a pena destacar as operações com taxas pós-fixadas. Para imóveis com valor até R$ 130 mil e pagamentos com débito em conta, a taxa nominal é 8,6488% a.a. + TR. Já para os imóveis com valores de R$ 130 mil a R$ 350 mil, a taxa praticada é 10,9350% a.a + TR para contratos com opção para débito em conta. Nestas operações o financiamento mínimo é de R$ 50 mil e o máximo R$ 245 mil, a cota máxima de financiamento 80% e o prazo máximo 240 meses. Para imóveis com valores superiores a R$ 350 mil (operações fora do Sistema Financeiro de Habitação), a taxa prevista é de 11,8363% para débito em conta, sendo a cota de financiamento de até 70%, de acordo com a capacidade de pagamento do proponente e prazo máximo de 180 meses. Atingindo marca histórica, a Caixa Econômica Federal fechou 2006 com R$ 18,1 bilhões aplicados em desenvolvimento urbano, sendo R$ 13,8 bilhões em habitação e outros R$ 4,2 bilhões em saneamento e infra-estrutura.
“O bom desempenho de 2006 é resultado da política habitacional do governo federal, para facilitar o acesso dos brasileiros à moradia. Com relação aos recursos que financiam a classe média, as taxas de juros praticadas são as mais baixas dos últimos anos”, diz Gueber Roberto Laux, gerente regional de habitação da Caixa Econômica Federal, de Curitiba.